O fim (?) do Studio Ghibli

O Studio Ghibli não deve mais fazer filmes. Pelo menos, não tão cedo. Toshio Suzuki – que já tinha se aposentado como produtor, mas agora é diretor da empresa – deu uma entrevista ao programa Jounetsu Tairiku, da rede japonesa MBS. Lá, ele parece ter confirmado o fim da equipe cinematográfica:

Pra ver o resto das imagens, clique aqui

O Oh-Totoro fez uma tradução bem parecida com o que eu entendi. As legendas dizem que “apesar de as palavras serem duras”, o departamento cinematográfico será fechado. Suzuki menciona as palavras “reestructure” (em inglês, mesmo) e “reestruturação”, e diz que a aposentadoria de Hayao Miyazaki, no ano passado, foi um baque para o estúdio. Depois, diz que vão dar uma pausa para pensar em como serão as coisas no futuro.

Por que eu ainda não acredito 100%: espero uma confirmação oficial no site do Studio Ghibli. Ou, ao menos, assistir ao vídeo da entrevista. O programa Jounetsu Tairiku, pelo que eu entendi, é de documentários com a história de vida de japoneses notáveis. Já teve programas com biológo marinho, modelo, ator e até uma imitadora. O vídeo abaixo mostra o que homenageou o ginasta Uchimura Kohei:

Não acho que uma notícia tão séria apareceria em um programa casual desses, ainda mais com a relevância que o Studio Ghibli tem no Japão e internacionalmente. Se tivesse acesso ao vídeo completo, ao menos, mas só conseguimos ver imagens legendadas. Suzuki realmente foi entrevistado – e a gravação foi ao ar hoje. Mas é fácil pegar uma screenshot, inventar uma legenda qualquer e espalhar por aí.

Conspirações à parte, é bem possível que seja verdade. O Studio Ghibli possivelmente deixa de existir como produtora, mas continua como administradora de marcas já criadas para licenciamento, DVDs e reprises na TV. Também é possível que surjam parcerias em outras mídias, no modelo de Ni no Kuni.

Este bloco do OmeleTV, ainda na época que eu estava lá, conta um pouco da história do Studio Ghibli (a gente disse o nome errado – na verdade, a pronúncia é “dibli”). E eu ainda não consegui escolher meu filme preferido… 😦

Libanês, sírio ou armênio? – Paladar

Outra matéria de capa do Paladar! Desta vez, tentei explicar quais são as origens dos pratos que chamamos de árabes em São Paulo. Encontramos muitas semelhanças e diferenças interessantes entre armênios, sírios e libaneses.

Dá pra ler a matéria direto no site do Estadão. Tem um roteiro de comida paulistárabe (o nome da mistura) e um texto do Guga Chacra explicando a história da imigração desses povos. Pra ver a edição impressa, é só clicar nas imagens abaixo e abrir o PDF!

Se você quiser saber mais, vale a pena consultar o site da Myrna Kouyoumdjian, o Cozinha Armênia. Lá tem um monte de receitas e informações sobre a culinária do país.

Sua selfie em uma torrada

“Você não precisa ser Jesus pra ter sua cara em uma torrada!”, diz a página da Vermont Novelty Toaster Corporation. A promessa deles é construir torradeiras que imprimam o rosto do cliente no pão de cada manhã.

Na hora de encomendar, basta subir uma foto do rosto (por isso as selfies são preferidas), escolher o modelo e pagar US$ 75. Na verdade, nem precisa ser foto: dá pra incluir mensagens ou símbolos. Tem até uma galeria com as melhores torradas.

Essa empresa foi a responsável pela Jesus Toaster, que faz “milagres no seu pão”. Pena que não manda pro Brasil 😦

Entre pegadas e garfadas – Paladar

Saiu hoje a minha primeira matéria de capa no Paladar. Fiquei surpresa com a quantidade de walking tours gastronômicos espalhados pelo mundo. São muitos mesmo! Tivemos que deixar de fora muita coisa legal, como um passeio por Seul inspirado em Gangnam Style (mas eu conto essa história depois).

É só clicar nas imagens abaixo pra ler a versão impressa (PDF). Também dá pra ver direto no site do Estadão. Tem uma matéria que eu fiz só pro site com os walking tours de São Paulo.

Impressões felinas

Oi, vim pra te conquistar
Oi, vim pra te conquistar

Tem sido legal ter uma gata.

Pra quem não sabe, adotei a Ricota há pouquíssimo tempo. Hoje, faz um mês desde15 que ela chegou assustadíssima na caixinha de transporte. E dois meses do aniversário que escolhemos – não sabemos ao certo quando ela nasceu.

Ricota tá subindo no colo e sendo linda ❤ (Tô crazy cat lady esses dias, ME DEIXEM)

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A mãe da Ricota deu cria na rua e, quase um mês depois, levou os cinco filhotes pro telhado da casa da Sil. Quando vi a foto da família, logo me apaixonei pela tricolor. (Sabia que todo gato tricolor é fêmea? É muitíssimo raro um macho ter pelagem de três cores – quando isso acontece, ele é infértil.)

Mas ela era tããão tímida! Saía correndo ao menor sinal de humano por perto. Mesmo quando a fome batia, ia pra tigelinha de comida se esgueirando pelos cantos e tentando passar despercebida. Fiquei até tentada a levar um irmão dela, frajolinha, que era super amigável e brincava com quem chegasse.

Ricota gosta de atacar dedos

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Decidi insistir e levei a Ricota pra casa. Nos primeiros dias foi bem difícil, já que ela se escondia em todo canto, bufava sempre que nos aproximávamos e miava sem parar. Aí minha mãe convidou uma amiga que é fãzona de gatos pra conhecer o novo membro da família. Ela catou a Ricota e fez carinho a força.

Ela só não sabia que, quando um humano chegasse perto, não era pra bater. Agora, toda vez que acordo, a Ricota já pede colo. Depois, brinca pela casa e põe minha mãe louca.

Selfiecota no. 2 feat. mordida na cara (dsclp, não resisti e postei duas)

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Se fosse listar os melhores motivos pra ter um gatinho, talvez o primeiro fosse como é legal ficar abraçada com a Ricota nesses dias frios. Talvez fosse o barulho dela ronronando, que é estranhamente agradável. Talvez fosse porque ela passou pela fila da fofura umas oito vezes e é a gata mais linda do mundo. Sei lá.

Primeiro de muitos (?)

Imagem daqui

Eu escrevo o dia inteiro, mas isso não me impede de ter vontade de escrever mais.

Por aqui, você vai ver… Não sei! Provavelmente, um pouco de tudo, com porções maiores dos temas pelos quais sou apaixonada. Alguns deles: videogames, língua japonesa e a cidade de São Paulo.

Também pode ser que eu não fale nada disso. Ou que não poste nada além desta introdução, vai saber. De qualquer jeito, fique à vontade.

PS: A imagem acima é um caramujo feito de mikan, uma mexerica/tangerina/bergamota que tem um nome muito parecido com meu apelido. Por isso o nome do blog, tchanã!